Dia 3 nos jornais de SBC e no site

O tema mobilidade foi a principal pauta discutida nesta segunda-feira (3), na reunião ordinária do Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Durante o encontro, liderado pelo prefeito de São Bernardo do Campo e presidente da entidade, foi apresentado o projeto para criação das ciclofaixas de lazer na região, que deve ser definido em uma nova reunião do Grupo de Trabalho (GT) Mobilidade, agendada para esta sexta-feira (10). Até então, o projeto totaliza 52 quilômetros de ciclofaixas de lazer nas sete cidades, sendo que atualmente já existem cinco quilômetros na região, em Ribeirão Pires e Diadema. Em São Bernardo do Campo, estão previstos 13 quilômetros, compreendendo as avenidas Aldino Pinotti, Lauro Gomes e Robert Kennedy. As ciclofaixas seguirão a mesma proposta que hoje é desenvolvida em São Paulo, e ficará aberta aos domingos e feriados, funcionando como mais uma opção de lazer para ciclistas. A expectativa é que o projeto saia do papel ainda este ano. Segundo o prefeito de São Bernardo do Campo, as cidades terão até sexta-feira para definir os trechos que serão incluídos no projeto. “Após essa etapa será possível preparar o edital de chamamento. A proposta é que o programa seja subsidiado por meio de patrocínio, sem custos para as prefeituras”, explicou. O projeto está orçado R$ 3,6 milhões, com custo de R$ 785 mil por mês para operação. O presidente do Consórcio ressaltou que, também na sexta-feira, o GT Mobilidade deverá traçar uma devolutiva para a equipe técnica do Ministério do Planejamento, com detalhamento dos projetos que compõem o Plano de Investimentos em Mobilidade Urbana na Região do Grande ABC. A partir de então, será possível levar a proposta para aprovação da presidenta Dilma Rousseff. Pluviômetros – Durante a reunião, o diretor do Centro de Monitoramento de Alertas e Desastres Naturais (Cemaden), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Agostinho Ogura, fez a entrega simbólica de 12 equipamentos do Projeto Pluviômetros nas Comunidades, usados para medir a quantidade de chuva. Os equipamentos são semiautomáticos, com um leitor para facilitar a transmissão de dados, e já estão sendo instalados com o acompanhamento do GT Defesa Civil nos municípios de Diadema, Mauá e São Bernardo do Campo, sendo quatro em cada cidade. Com essa entrega, São Bernardo passa a contar com 29 pluviômetros instalados. Já a região soma cerca de 40 equipamentos. Segundo Ogura, o objetivo do projeto é introduzir a cultura da percepção de riscos de desastres naturais entre a população das áreas de risco. “A ideia é fazer com que o morador em área de risco seja o protagonista da operação. É uma ação interessante sob o ponto de vista da educação ambiental e da educação de percepção de risco, que é muito importante na hora da emergência”, disse. Participaram da reunião os prefeitos de São Caetano do Sul, Paulo Pinheiro; Mauá, Donizete Braga; Diadema, Lauro Michels; e Rio Grande da Serra, Luis Gabriel da Silveira.

Fonte saobernardo…

O Blog :Deixo Claro, a GTM não tem projeto definido, apenas um piloto(será que não seria adequado chamar o povo ciclista para um possível projeto piloto?)

Tá contente com a nova moradia?

Tá contente com a nova moradia?

Dia 6 houve uma reunião em Sto André, com a GTM , mas como deixou bem claro a GTM não irá resolver os problemas de Mobilidade Urbana mediante ao cicloviários, deixo claro que a realidade das ruas e estradas do Grande ABCDRMS é totalmente diferente aos das ruas e estradas de São Paulo e não tem nada a ver com ciclofaixas que só abrirão de domingo e feriados. Poxa é só pensar, quantas pessoas no total de Ribeirão Pires existe? E em Mauá? Rio Grande da Serra? Se contar estes pontos de interrogações, iremos saber que São Bernardo e Sto André são as mais populosas e em termos de Mobilidade Urbana, nada se tem feito radicalmente. Agora estamos cheios de ruas, que estão cheias de carros, com uma companhia de transportes precária tanto em seu desenvolvimento, quanto em sua fluidez. Qualidade de transporte e melhoria dos transportes coletivos é um dos passos para GERENCIAR A MOBIBLIDADE URBANA, com qualidade e quantidade. Eu perdi minha mobilidade por via de ciclos, e comecei a observar os pedestres, os carros, dentro de ônibus, nas ruas, em faixas que deveriam ser de pedestres, muito interessante. Perdi apenas meses, no entanto, ganhei sabedoria para olhar estes pontos como fases da vida, onde nunca deixei de ser pedestre. Você que dirige um carro, não critique os ciclistas, eles estão em prol da vida de todos, quer seja pedalando(dando e vendendo saúde e até melhorando o ar que respiramos) melhorando e conhecendo o meio ambiente, ensinando como guiar sem ser irresponsável, ensinando como pilotar com segurança, afinal o ciclista não tem pressa , pois ele sabe que chegará ao destino antes que o ônibus e o carro em uma pedalada de no Maximo 15Km/h…. Revise teus conceitos, não crie pré conceitos… Uma bicicleta na rua não tira a fluidez de um automóvel, melhora o trânsito com inteligência, é o que observamos em gráficos feitos recentemente no RIO+20, pra médicos, é um grande auxiliador do corpo, produz um hormônio chamado endorfina, produzido no dia e que mais tarde se torna como relaxante. É um dos esportes mais recomendados por dar ao corpo humano o que ele necessita, ter menos problemas cardiovasculares e mais resistência pulmonar, sobreviver ao tanto de poluição que sabemos existir, que não é só dos cigarros, 80% do que vc respira é considerado inadequado, vindo dos carros(dos carros em especial, mesmo revisados) Os ciclistas não querem mais nada a não ser do que a Constituição nos permite, sair de casa e ir buscar pão, deixar sem medo, nossos filhos saírem para ir a escola de bike, já que eles tem mais consciência, são mais informados, pois eles querem o melhor para o filhos deles, você não quer? Para alguns casos, a bicicleta é inviável por apenas carregar uma pessoa, mas alguns imprudentemente carregam mais que ela tem disponibilidade. A Garupa foi feita para carregar materiais e não seres humanos… mas na contrapartida, fica lindo jovens em uma rua sossegada carregar sua namorada no quadro. O certo seria estarem juntos, cada um em sua bike, eu indico! Então, posso concluir que, ruas foram feitas para o tráfego, não para o congestionamento, que 80% das vias públicas são restritamente oferecidos para carros, 10% para transportes coletivos 8% para pedestres e 2% para ciclistas. Podemos dizer que, a cada 1% que se investe em políticas para o transporte urbano e demais modais, 12% são oferecidos ao aquecimento de mercado automobilístico , sendo que não pensam em melhores ônibus, que não deixa de ser um automotivo e retratam sempre melhores carros, com IPI 0%, que é uma coisa lamentável, pois nós das bikes ainda temos os custo elevado(quem sabe se o custo diminuísse, teríamos melhores condições ou teríamos mais bikes nas ruas?) Certifico que nada tenho a ver com partido e nem posso me considerar ou rotular-me como cicloativista, dou sugestões, quando por algum motivo lhe cai bem, retruco, quando não é bem vista em uma visão de comunidade, reclamo, quando não há argumentos da outra parte, fiscalizo, pois é o meu dever como cidadão, elogio quando tudo foi como em observação foi conduzido, sem argumentos para desdenhar o feito! Aos demais , quero informar que, todo o primeiro domingo do mês, no Paço Municipal de São Bernardo há os Bike Anjos, fortalecendo o vínculo que somos entre fazer Massa Crítica Política (para melhorar as condições) Massa Crítica de Protesto e Massa Crítica de Aprendizagem(Bike Anjo) Massa Crítica Gost(falecimento de um ciclista)… Lá você aprende a guiar a bike, que com o passar dos tempos, poderá fazer parte de grupos ciclísticos, noturnos ou diurnos, será sempre aceito em quaisquer grupos, como pedal iniciante, moderado, pesados… É importante seguir essa seqüência , mas vc observará que é como um vício, quanto mais pedala, mais quer pedalar e daí chamamos a todos, vamos dar uma pedaladinha? Para comprar uma bike, não precisa ser uma bike de vários $$, o que esta bike tem que ter é apenas estes itens :A bicicleta em si com freios, catracas, coroa, corrente, selim , guidom , câmbios, todos bem revisados , inclusive o quadro e demais . Para a segurança, sempre é necessário e recomendável o uso de capacetes e as luvas. Na noite(pedaladas noturnas) seja o mais visível possível, sendo viável pisca piscas na traseira e na dianteira também, se houver algum para capacete, melhor ainda… fique sempre visível! A Urban Velo BR usa uma camiseta que é bem chamativa com aquele tom de verde que outrora era do Palmeiras. mas não é devido time, é porque foi se observado que aquela cor é bem chamativa, deixamos de ser alvo de carros ceguinhos

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Sobre saxmozartfaggi

Ciclista desde 1974, por gostar de ser ciclista, mas em minha cidade não era difícil percorrer 10 a 15km com montanhas que são predominantes, mas o único impecílio era a irresponsabilidade dos motoristas. Dá para se ir ao seu emprego de bike, basta apenas ter um pouquinho de tempo a mais e uma roupa para trocar. Muitos já trocaram o carro pela bike, por ser econômica, gasósa e academia, e por as vezes, serem melhores para estacionar e ir de um ponto a outro... isso é fato. Demoro 25min para chegar ao centro de SBC, mas depois que lá estou, qualquer caminho para mim é mais rápido do que um carro, menos perigoso que uma moto, isso é fato!
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