Massa Crítica no dia da Rota Márcia Prado dia 8 de dezembro de 2013?

O Instituto CicloBR não irá organizar a Rota Marcia Prado 2013

Rota Márcia Prado é tema de negociação na Defensoria Pública. Estamos na luta !

A direção do Instituto CicloBR de Fomento à Mobilidade Sustentável decidiu não organizar a 5ª edição da Rota Márcia Prado em 2013. Depois de 4 anos organizando a rota cicloturística que liga São Paulo a Santos, passando pelas cidades de São Bernardo do Campo e Cubatão, acreditamos que o primeiro objetivo foi alcançado. Já podemos cobrar as autoridades e a Ecovias, concessionária que administra as Rodovias Anchieta e Imigrantes, pois já mostramos que o caminho é seguro para os ciclistas e que existe demanda. No ano de 2012, mais de 10.000 pessoas de todo o Brasil passaram pela Rota Márcia Prado, somente em um dia, quando o CicloBR organizou a descida com os voluntários.

Não iremos realizar a Rota, em 2013, pois estamos em negociação com a Ecovias, com intermédio da Defensoria Pública do Estado de São Paulo para alcançar a nossa principal missão: oficializar o trajeto com segurança e sinalizado com acesso durante todo o ano.

Já tivemos duas reuniões com a Ecovias. Graças a nossa direção jurídica que conseguiu agendar encontros, estamos evoluindo nas conversas. A Defensoria já impediu que a Ecovias cobre para ajudar na organização da descida oficial da RMP, algo que foi tentado pela concessionária, em 2012. Por isso, preferimos manter as negociações com os órgãos antes de organizar outra Rota Márcia Prado. continuar lendo

Massa Crítica em frente aos postos policiais de Santos, São Bernardo, Cubatão, São Vicente, Praia Grande, Parnapiacaba? Mas o que é Massa Crítica?

Massa Crítica (do inglês Critical Mass) ou Bicicletada (termo usado na maioria das cidades brasileiras e em Portugal e Moçambique) é um evento que ocorre tradicionalmente na última sexta-feira do mês em muitas cidades pelo mundo, onde ciclistas, skatistas, patinadores e outras pessoas com veículos movidos à propulsão humana, ocupam seu espaço nas ruas. Os principais objetivos são divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.

A Massa Crítica é simplesmente um grupo que se encontra mensalmente para aproveitar o prazer e segurança de andar pela cidade em grupo. A frase “não estamos atrapalhando o trânsito, nós somos o trânsito” expressa bem sua filosofia. Críticos têm alegado que o evento é uma tentativa deliberada de obstruir o tráfego e causar uma interrupção nas funções normais das cidades, afirmando que os indivíduos que participam da Massa Crítica se recusam a obedecer as leis de tráfego que se aplicam a ciclistas, em geral as mesmas que dos outros veículos. Esses participantes que desrespeitam as leis defendem suas ações baseados na crença de que, nas circunstâncias especiais que cercam o evento, obedecer as leis à risca seria mais perigoso e inconveniente para os usuários das ruas. Além disso, alguns participantes acreditam que as leis para os usuários de bicicletas nas ruas são injustas e diferentes das que tratam os pedestres e motoristas, e que as leis de trânsito favorecem fortemente o uso de veículos motorizados em muitas cidades. Desrespeitar as leis de trânsito no contexto da Massa Crítica é portanto um protesto contra essa injustiça.

Não existem líderes ou estatutos, o que leva a variações de postura e comportamento de acordo com os participantes de cada localidade ou evento. As Massas Críticas são passeios auto-organizados e independentes – geralmente apenas o local de encontro, o dia e o horário são definidos. Em algumas cidades, o trajeto, o ponto de chegada e as atividades ao longo do percurso são decididos somente quando o evento já esta ocorrendo. Claramente existe um caráter de protesto nesses eventos: os participantes demonstram, se reunindo em público, as vantagens de usar a bicicleta como meio de transporte nas cidades e também alertam para as mudanças necessárias no espaço urbano para melhor acomodar os ciclistas.

Muitas Massas Críticas têm se tornado cada vez mais criativas, como a Massa Crítica da cidade de São Paulo: já há alguns anos, é visível e crescente a tendência de utilizar bom humor e ações mais duradouras para conquistar os motoristas em vez de confrontá-los, mostrando que a bicicleta é um meio de transporte viável, rápido, saudável e prazeroso, além de passar a mensagem de que os ciclistas têm direito a seu espaço nas ruas. Essa nova postura tem mais receptividade com os motorizados e se torna mais interessante à mídia não especializada, resultando em uma exposição maior do movimento e principalmente da ideia da bicicleta como meio de transporte. Em setembro de 2006, a Bicicletada paulistana promoveu, junto com outros movimentos e entidades, várias atividades relacionadas ao Dia Mundial Sem Carros, como o Desafio Intermodal e a Vaga Viva. As iniciativas se repetiram no ano seguinte e continuaram acontecendo nos anos subsequentes.

O maior mote da Massa Crítica é “um carro a menos“, usado principalmente para tentar obter um maior respeito dos veículos motorizados que trafegam nas ruas saturadas das grandes cidades.

Propósito

O propósito da Massa Crítica não é bem compreendido por seus críticos, isso principalmente por sua origem e estrutura anarquista. A idéia é que o evento ocorra de acordo com os princípios da ação direta, criando um espaço público onde os automóveis são substituídos por meios de transporte movidos à propulsão humana. Um dos slogans define bem a intenção do movimento: We Are Traffic (Nós somos tráfego). A Massa Crítica é sem dúvida ligada ao movimento ambiental, o qual cita o automóvel de uso privado como uma catástrofe para o nosso meio ambiente, tanto em termos físicos como em termos sociais. Geralmente, o objetivo do evento, como indicado pelas ações de seus participantes, é se opor à dominação do automóvel no meio urbano, criando uma alternativa mais ecológica e sustentável. Não existe uma padronização, e os participantes possuem opiniões e metas diferentes, em alguns casos podem até discordar. Por exemplo, alguém pode participar não por razões ambientais, mas movido por teorias de justiça social. Muitos participam não em oposição a alguma coisa, mas simplesmente por gostar da oportunidade de se locomover na cidade de forma segura e com outras pessoas.

No caso em especial, é por nossa segurança, onde o Órgão de Segurança Pública, que seja estadual, municipal ou federal trabalhem como se deve, como o próprio, pela segurança pública… No caso a PM(Policia Militar) é o órgão competente e como é em São Paulo, toda o contingente deve ser chamado.

Indico este tópico do blog que chama a atenção https://saxmozartfaggi.wordpress.com/2013/09/01/privatizacao-e-seguranca/

Já aconteceram diversos furtos e roubos, um até pego na cara dura por um cinegrafista da emissora Rede Globo(recentemente)… ai já aconteceram dois episodios:

1° Motocicletas, ou qualquer motorizado, não devem em hipótese alguma ocupar o encostamento, salvo se estiver parado.

2° Eles já roubaram as duas motos, não deve ser a primeira bicicleta que eles roubam e o policionamento não é eficiente, e conhecem bikes.

Roubo

Estrada Velha de Santos será reaberta para visitas em dezembro, diz o Prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho, no entanto este blog observou que não diz nada sobre o ciclismo de certo, ele disse que iria pensar se iria abrir para ciclistas

 

A Estrada Velha de Santos(Nossa Rota Marcia Prado) não estaria sendo cobrada ano após ano se não fossem os ecoturisticos(muitos ciclistas ecológicos) e o cicloativistas que tem o turismo na veia e os próprios cicloturisticos.

Passear pela Estrada Velha de Santos ou Estrada da Manutenção da Imigrantes ou o nome dado pelos Ciclistas Rota Marcia Prado  requer atenção à segurança do local, começando de Santo André que vai para um caminho, pelas rotas de São Bernardo do Campo, via Anchieta ou Imigrantes e digo às autoridades, além da pista até Santos(Essa sim é a verdadeira ciclofaixa turística de domingo) deveria ter segurança pública de qualidade, se não do que vale um passeio a pé? todos serão roubados no meio do trajeto.

O blogue vem avisando  todo dia e companhias como a ecovias diz que não dará nenhum apoio aos ciclistas, podendo os mesmos serem barrados… se formos em pequenas quantidades sim, vamos ser barrados, mas se formos em grandes comboios, não há policia que nos pare.

O Instituto  CicloBR ressalta a importância que aconteça o evento, porém ela deixa clara que devemos ter certos cuidados, inclusive ao escolher o grupo

 

Uma das coisas que os ciclistas querem é sem dúvida a Segurança Pública, mas parece que os Policiais, seja qual tipo de formação for, tem medo… então os Policiais Militares de São Paulo, os que deveriam proteger, estão negando proteção ou por ordem do Governo do Estado ou por medo.

Na ultima RMP,  tiveram bicicletas roubadas, mas foram avisados que os locais não eram lá muito confiáveis , sabiamos que poderia haver roubos e furtos, mas a polícia não faz nada até agora.

 

Descrever a Rota Márcia Prado não tem como, é muita adrenalina e muitos amigos, e para quem foi na ultama vivenciou, como este blog, uma vontade louca para que se chegasse o outro ano e assim, descer.

Bikes anjos irão conosco, mas não se esqueçam de coisas primordiais que é ter uma câmara reserva, agua ou suco para hidratar o corpo(mesmo que esteja chovendo) Isotônicos, e barrinhas de alimentação… não levem muita bagagem. Levem uma graninha para subir a Serra e para comer algo na baixada santista(te digo o cheiro de frutos do mar é irresistivel)

 

ABANDONO

A estrada Velha ficou anos sem investimentos estaduais. O trajeto, seus monumentos e até a Calçada do Lorena ficaram esquecidos na mata até que as chuvas do fim de 2010 causaram desmoronamentos em trechos do trajeto, obrigando o Estado a realizar reparos em maio de 2012.

De acordo com escritor e historiador Paulo Rezzutti, os patrimônios que se encontram na estrada Velha foram projetados em 1922, pelo arquiteto Victor Dubugras.  Em 2011, uma expedição dirigida pelo arqueólogo Paulo Zanetini descobriu na mata, próximo à estrada, vestígios de um dos antigos pousos. “A estrada faz parte da história do nosso País e da nossa memória, por isso não podemos esquecê-la”, argumentou Marinho.
Os monumentos Pouso da Maioridade e Pouso de Paranapiacaba representam as viagens feitas pelos primeiros caixeiros que subiam com mercadorias e escravos, e desciam com produtos manufaturados e naturais como o pau-brasil. O percurso entre Santos e São Paulo podia levar semanas. Os pousos de tropas serviam de parada obrigatória para os andantes.

O que queremos? uma ciclofaixa turistica de domingo de verdade, ai sim os Grupos de Trabalho em mobilidde urbana sustentavel entre outros modais  tem Trabalho de verdade 

Podemos fazer uma Massa Crítica, sendo que existe um propósito e se o montante de bicicletas não conseguir depositar o pedido, pois o Instituto CicloBr tem sugestões, basta apenas os governantes ouvirem,mas não… enquanto Luiz Marinho de SBC diz que não sabe o porque a Estrada Velha de Santos está fechada desde 2010 , tempo suficiente para que estivesse totalmente completada em 2013.

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Umj dos motivos que o Instituto CicloBR não irá organizar a Rota Marcia Prado 2013

Como é uma Massa Crítica faço um pedido aos Black Blocks, não compareçam

Observação aos Black Blocks

Estamos comessando uma manifestação, mas nesta manifestação Massa Crítica, não queremos Black Blocks, não há razão para destruição. Acho o cúmulo um pessoal ir contra o aumento dos ônibus e destruir ônibus, carros civis, bancos, prefeituras, queimar estradas, isso não dá razão nem a um lado e nem tampouco  ao outro.

NÓS CICLISTAS PEDALAMOS DE ROSTO LIMPO

 

Qualquer  mascarado como Black Block , e outros do gênero,  não será bem vindo ao evento… querem manifestar conosco? Não usem neste dia a Mascara!

 

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Sobre saxmozartfaggi

Ciclista desde 1974, por gostar de ser ciclista, mas em minha cidade não era difícil percorrer 10 a 15km com montanhas que são predominantes, mas o único impecílio era a irresponsabilidade dos motoristas. Dá para se ir ao seu emprego de bike, basta apenas ter um pouquinho de tempo a mais e uma roupa para trocar. Muitos já trocaram o carro pela bike, por ser econômica, gasósa e academia, e por as vezes, serem melhores para estacionar e ir de um ponto a outro... isso é fato. Demoro 25min para chegar ao centro de SBC, mas depois que lá estou, qualquer caminho para mim é mais rápido do que um carro, menos perigoso que uma moto, isso é fato!
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